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| Palais du Luxembourg |
O meu corpo que estava alquebrado no dia anterior, no dia seguinte estava
refeito, uma certa alquimia que existe nos ares de Paris, produzindo
uma imensa vontade de explorar cada cantinho de uma cidade em luz. Tem sido uma
constante nestes dias para nós, dormir cansado com o corpo doendo e ao acordar
o corpo se tornando íntegro para novas descobertas.
O frio ainda não tinha batido
nas portas da cidade, pelo jeito demoraria a “dar as caras”.
Da janela se via
uma neblina intensa, e do lado de dentro, ficava uma dúvida: será que o frio
vem? Ele ameaçava, mas não vinha, estávamos preparados para suportar o frio,
ou pensávamos que sim.
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Palais du Luxembourg - Hoje sede do Ss
nado francês. |
A refeição matinal começava com o suco de laranja e uma
baguete crocante, acompanhada de um deliciosa manteiga, em seguida o inesquecível
queijinho - “la vache que rit” - a vaca que ri – e a nutella que recheava o
croissant. Eu parava por aí, a Selma não, além das delicias a cima, ela atacava
de café com leite e a compota de maçã para reforçar. Tudo isso porque a próxima
refeição não tinha hora e o reforço era bem-vindo.
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| Detalhe do relógio do Palais du Luxembourg |
A neblina densa não diminuiu, porém não
estava frio, o vento algumas vezes vinha e castiga as regiões desprotegidas, tais
como os olhos, o nariz e o rosto, e é muito importante para este clima é um
creme hidratante e um protetor labial.
Saímos munidos do NAVIGO, do mapa e do espirito
aventureiro, o dia era de visitar o Jardim de Luxemburgo, então pegamos o metrô
e o trem que nos deixou bem na frente deste maravilhoso parque.
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| Tanque de água do Palais du Luxembourg |
O jardim pertence ao Palácio de Luxemburgo, que
atualmente é a sede do senado francês, o jardim é formal, povoados por estátuas
e providos de grandes tanques de água onde crianças pilotam modelos de barcos,
por conta da neblina que virou uma bruma, quase não tinha crianças e nenhum barco, algumas pessoas
corajosas corriam de short e camiseta.
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| Deusa da caça - Diana. |
Observei que em um canto do Jardim existe um pomar de macieira
e pereiras e um teatro de marionetes.
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| Fonte no Palais du Luxembourg |
Passeamos animados pelas alamedas arborizadas,
com árvores desprovidas de folhas, raramente se encontrava uma árvore resistente
ao frio que conservou as suas folhas. Cada canto do parque foi visitado pela
alma e os olhos que não continha de alegria de estar em um lugar tão sublime.
As horas
infelizmente passavam sem dar tregua aos momentos de felicidade e então seguimos
em frente, explorando os arredores do jardim de Luxemburgo, seguindo sempre a Luz de Paris.
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