Na frente das vitrines muitas pessoas paradas para tirar fotografia dos enfeites de natal, o tema era Rock and Roll, todos com suas maquinas com cliques e clarões do flash, queríamos registrar também a nossa passagem pelas enfeitadas vitrines, as pessoas não davam trégua com suas câmeras, pacientemente esperamos o momento certo, muitas famílias paravam na frente e demoram para sair, as crianças ficavam encantadas com tantas luzes e vida, é a magia do natal se fazendo presente.
Depois de uma longa espera conseguimos tirar as fotos.
Da decepção de não visitar a grande
galeria Lafayete e o L’Opera, resolvemos andar mais. Decidimos ir até
Montmartre, uma bela caminhada, para nós era excitante flanar por estas regiões
da cidade, por ruas desconhecidas e um tanto desertas pelo frio que fazia
naquele horário.
Notamos que estávamos andando por intuição, por ruas em que
não a seguíamos por inteiro, virando sempre e subindo, não tínhamos um mapa em
mãos para nos guiar, queríamos realmente nos perder pelo caminho, sem tirar o
objetivo de chegar à Montmartre.
Foi que notamos que realmente estávamos perdidos no
caminho e que estava ficando tarde, pelo menos parecia ser bem tarde, mudando
assim nosso objetivo que era de subir a colina, agora queríamos uma estação de
metro e voltar para o hotel, descansar os pés depois de andar muito.
Quando estávamos para cruzar o Boulevard Roucherchouart
que fica na base da colina de Montmartre, fiicamos apreesivos, o horário não estava
ajudando, deixaríamos para um outro dia, pois ficaríamos em Paris por mais tempo, não
faltaria oportunidade de ir para mais alto na caminhada.
A estação de metrô estava perto, podia-se ver as luzes de
longe, andamos uma quadra e chegamos assim na estação Barbèr Rouchechouart,
sentido Nation, para fazer a transferência para a estação Porte de Montrueil
onde fica o hotel.
O dia seguinte seria cheio de descobertas na Cidade Luz de Paris.
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