Vem aos poucos uma leve ideia de sair, uma vontade de andar, uma vontade de ir mais longe e quando menos se espera a viagem está aí, instalada na alma...
Toda vez que o acaso vem bater nas portas de minha vida, anunciando o novo, deixo entrar, mesmo que eu fique um pouco atordoado, deixo entrar, pois esta é a força do novo, fazer morrer o conhecido e renascer o ser dentro de mim.
Toda vez que uma viagem vem, deixo entrar, deixando sair o velho, removendo as teias do condicionamento, desarmando as defesas e os argumentos de uma vida planejada. Sinto o desconforto de ter a impressão do chão se abrir sob os meus pés, para logo em seguida sentir a leveza do ser, toda ilusão da segurança se rompe, e aproveito então esta ruptura, mergulhando no abismo da existência, me entregando à viagem.
Fazer as malas é um processo natural, um fluir daquilo que veio antes, bem antes da viagem. Fazer as malas é direcionar a energia guardada para a viagem. Fazer as malas é levar o necessário, deixando o excesso para trás. Fazer as malas é ter paciência e consciência daquilo que precisa.
Então vem chegando o dia de viajar e as malas estão quase prontas, elas nunca vão estar prontas na sua totalidade, sempre tem algo ausente na bagagem que é levada, uma ausência no coração, que só uma viagem pode completar.
Vou para Paris, cidade que se faz luz na escuridão da humanidade, uma luz com brilho diferente dos brilhos de outras cidades. Paris tem um brilho antigo dos parisii, uma tribo gaulesa, e da Lutécia romana, com suas arenas de gladiadores e de feras. A luz de Paris ainda brilha com a mesma intensidade das fogueiras sagradas dos druidas, para finalmente guiar os francos que trouxeram outras luzes dando mais brilho à iluminada cidade de Paris.
As malas estão feitas.
Vou viajar, guiado pela Luz de Paris.
Então vem chegando o dia de viajar e as malas estão quase prontas, elas nunca vão estar prontas na sua totalidade, sempre tem algo ausente na bagagem que é levada, uma ausência no coração, que só uma viagem pode completar.
Vou para Paris, cidade que se faz luz na escuridão da humanidade, uma luz com brilho diferente dos brilhos de outras cidades. Paris tem um brilho antigo dos parisii, uma tribo gaulesa, e da Lutécia romana, com suas arenas de gladiadores e de feras. A luz de Paris ainda brilha com a mesma intensidade das fogueiras sagradas dos druidas, para finalmente guiar os francos que trouxeram outras luzes dando mais brilho à iluminada cidade de Paris.
As malas estão feitas.
Vou viajar, guiado pela Luz de Paris.
bon voyage!!
ResponderExcluirMerci!
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